Passei o ano tentando fazer uma logomarca, um site e um cartão de visitas – em vão. Passei o ano tentando me convencer de que era mais importante ser feliz do que ter grana – e passei o ano dura. Passei o ano esforçando-me penosamente para estudar para concursos, fazer doutorado, ler um livro até o final – e deixei tudo pela metade. Passei o ano usando minha “rede de relacionamentos” para arranjar um emprego estável – e sigo autônoma.
[Please, não me venha com esse papo de Geração Y. E também não acredito "na crise". Thanks.]
Fato é que a maternidade coloca a vida profissional de uma mulher totalmente em cheque. Cheguei a pensar em minhas encruzilhadas: “de quem foi aquela idéia maldita de queimar o sutiã?”. Porque fica claro a incompatibilidade de uma vida profissional intensa (na minha área, sempre será intensa) com o rotina de uma casa com criança. A criança – a sua criança – coloca a vida em outra perspectiva. Talvez de cabeça pra cima.
Pro ano que vem, prometo atualizar mais o blog.
Amor de mãe,
S.