Ontem foi a reunião de pais da escolinha do meu filho. Impressionou-me como, dentre dezenas de questões pedagógicas importantes, o principal assunto da reunião – queixa de muitos pais - girou em torno da falta de informação. A escola poderia estar fazendo o que fosse, com vários significados e embasamentos, mas em plena sociedade da informação, se ela não consegue informar isso aos seus… [como devo chamar os pais? clientes? públicos? :-/], enfim, aos seus pares, é como se nada fizesse.
Em várias situações podemos perceber isso. Isso que chamamos de fluxos de comunicação ou de informação. É mais simples do que parece, basicamente: emitir e receber informação. Coisa fundamental das compras no supermercado à diplomacia internacional. Na Era Google, então, desenvolvemos a necessidade de obter essa informação em tempo real, o que complexificou um pouco mais as coisas.
Uma das muitas coisas legais dessa chamada “revolução da informação” (cada vez mais revolucionária, como estamos vendo em tempo real no Oriente Médio) é que isso realmente está mudando a maneira de se comunicar em diversos níveis, forçando especialmente as instituições a manterem um fluxo contínuo e aberto de informação com todos os seus, como dizem, “públicos de interesse”. E quando elas não fazem isso, hoje em dia, desconfiamos, reclamamos. Volto a dizer: nada do projeto pedagógico foi questionado, apenas o fato da agenda não possuir notícias atualizadas (e personalizadas) sobre cada criança.
Como resolver isso? Pergunte-me como! : -)
P.S.: Essa escolinha da ervilha existe mesmo, lá em Portugal! Clica na imagem! : -)

